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Viagem de campo

Qui, 02/07/09
por Autoesporte |


Fotos: Ernesto de Souza

Conforto e estabilidade. Estas são as impressões iniciais do Symbol. Está claro que ele foi feito para o uso na cidade, mas nós da Revista Globo Rural o levamos para comer um pouco de poeira - e ver como o lançamento da Renault se comportaria.

Saímos de São Paulo e percorremos exatos 367 km até Itápolis, cidade no interior paulista que fez fama na produção de laranja. No trajeto, apuramos um consumo de 10,12 km/l de álcool, a uma velocidade média de 100 km/h, e em estradas de boa qualidade, caso das Rodovias Bandeirantes e Washington Luís. Na volta, abastecemos com gasolina, e o consumo ficou em 14,59 km/l.

O Symbol é esperto - a gente pisa e ele logo responde. A luminosidade do farol é ótima. Na estrada, nada de chacoalhar, e os bancos proporcionaram conforto, mesmo após uma viagem de cerca de 4 horas. No entanto, há ressalvas. Os pedais parecem um tanto altos, o que pode atrapalhar o movimento de pés acima do número 42. O câmbio é ruim: as marchas são duras de serem engatadas, o que pode causar certo esstresse no anda-e-para de um congestionamento, por exemplo.

Além disso, o espaço no banco traseiro pode, literalmente, provocar dor de cabeça. Demos carona para uma pessoa de cerca de 1,80 m e a cabeça dela ficou raspando no teto do carro, um baita desconforto. Também acredito que os espelhos retrovisores externos poderiam ser um pouco maiores - não sei se é porque estou acostumado com meu Fiesta Trail, que tem o retrovisor maior.

No mais, o Symbol suportou bem as estradas de terra (que também estavam em boas condições, sem muitos buracos ou ondulações), e mostrou-se bem vedado à entrada de poeira. Apesar de um estranho no “ninho rural”, digamos que ele foi bem guerreiro. Nota 7.

Ernesto de Souza, fotógrafo da Revista Globo Rural
Mariana Caetano, repórter da Revista Globo Rural

Symbol em detalhes

Qua, 01/07/09
por Autoesporte |

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Nosso Symbol já caiu na estrada. Foi para o interior de São Paulo com a equipe da revista Globo Rural, numa viagem dura até quinta-feira. Enquanto ele não volta, com muitas novidades para contar (claro), vamos mostrar os detalhes que o Marcus comentou no primeiro post.

 Primeiro vamos falar do acabamento, um ponto forte do sedã da Renault. Com as faixas de alumínio fosco, o painel em duas cores e os bancos forrados parcialmente de veludo, o Symbol exibe um ambiente bem mais aconchegante que alguns rivais, como o Voyage, por exemplo. O ar-condicionado digital também é um item raro nessa categoria. Mas há falhas de ergonomia, como podemos ver nos botões dos vidros elétricos traseiros localizados entre os bancos da frente, quase no pé dos passageiros.

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Também vamos ficar de olho no motor 1.6 16V, que, segundo Marcus, está com funcionamento irregular pela manhã, ainda na fase de aquecimento.

 Daniel Messeder

Boa surpresa

Seg, 29/06/09
por Autoesporte |

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A Renault acertou a mão na oferta de um sedã familiar intermediário entre o despojado Logan e o mais caro Mégane. Se eu já gostava do desempenho do motor 1.6 de 16 válvulas, me agradaram o acabamento e a boa oferta de equipamentos dessa versão Privilège do Symbol. Ele é oferecido por R$ 44.490 (preço sugerido de tabela), com direção hidráulica, air bag duplo, ar condicionado digital, som com MP3 e rodas de liga. Só o sistema ABS de freios é opcional. A Renault oferece garantia de três anos.

A escolha e a aplicação dos materiais no interior foi cuidadosa. Veludo forra parcialmente os bancos, e no assento o revestimento é anti-escorregadio. Faixas no painel imitando alumínio fosco, mesmo efeito aplicado aos trincos das portas, conferem um ar de elegância ao conjunto. A cabeça dos parafusos que fixam o nicho dos trincos das portas, por exemplo, contam com uma discreta cobertura, coisa que o muito mais caro Honda Fit não tem.

Inovação introduzida pelo Clio, o controle de som na coluna é uma boa comodidade. A qualidade de som é boa, e quem quiser incrementar ainda mais vai encontrar cortes na estamparia para dois alto-falantes sob a forração do porta-chapéu.

Em uma assimetria curiosa, mas funcional, a luz de cortesia do passageiro é direcional, enquanto a do motorista é fixa. Não há iluminação para quem viaja no banco de trás. Aliás, o Symbol é um sedã mais indicado para casais com crianças ainda pequenas, pois o espaço para as pernas não é lá grande coisa. Os vidros traseiros abrem quase totalmente, mas as teclas estão mal-localizadas, praticamente no chão, entre os bancos dianteiros.

O motor 1.6 de 16 válvulas tem funcionamento irregular assim que se liga o carro pela manhã, o que pode incomodar na subida de uma rampa de garagem, mas logo é corrigido nos primeiros quilômetros. Seu desempenho, em todas as demais condições de uso, é bastante eficiente, mas um tanto ruidoso. Isso pode ser atribuído ao isolamento acústico, que ainda pode melhorar. No mais, o Symbol é um carro “fácil”, com câmbio de bons engates, direção precisa e suspensão com bom equilíbrio entre conforto e estabilidade.

O trinco que abre o porta-malas fica no centro do logotipo da Renault, e dá acesso a um enorme compartimento iluminado. Ele é um pouco fundo, o que causa desconforto para a colocação e retirada de objetos mais pesados. Os braços que sustentam a tampa estão bem próximos às laterais do porta-malas e não chegam a baixar muito, roubando mínimo espaço de bagagem.

Muitas questões foram levantadas pelos leitores. A Quarentena só começou, e vamos rodar muito o Symbol na cidade, mandá-lo para a estrada e analisar cada detalhe que for surgindo.

Marcus Vinicius Gasques

Symbol no Quarentena

Sex, 26/06/09
por Autoesporte |


Foto: Fabio Aro

Não perca na segunda-feira a estreia do novo carro do blog Quarentena. Será a vez de passar 40 dias com o argentino Renault Symbol 1.6 16V Privilège. A escolha do modelo aconteceu pelo fato de suas boas vendas e por ser o primeiro carro da Renault a passar pelo teste. O Symbol é a aposta da fábrica para conquistar os clientes de sedãs compactos que não andavam satisfeitos com a antiga opção da fabricante: o Clio Sedan. Aliás, o Symbol não mais é que o Clio Sedan vestido com roupa moderninha.

Optamos pela versão topo de linha, a 1.6 16V Privilège que tem preço de tabela de R$ 44.490.

Já começando nossa interatividade, pergunto: o que vocês querem saber do Renault Symbol? Até segunda-feira!

Lucas Litvay

Adiós, Captiva!

Ter, 23/06/09
por Autoesporte |

Os 40 dias com o Captiva chegaram ao fim e, como sempre, chegou a hora da análise final. Foram cerca de 3.500 km rodados, sendo quase 2.000 km só de rodovias — onde o jipão fica mais à vontade. As médias de consumo ficaram em 6 km/l na cidade e 9 km/l na estrada, bem abaixo dos 10 km/l e 14,9 km/l, respectivamente, divulgados pela GM.

Pontos positivos
Os participantes elogiaram o design do jipão, o espaço interno e a imponência do modelo no trânsito, além da facilidade para dirigir (direção leve, motor suave, câmbio sem trancos). Os recursos de segurança também são muito bons: seis airbags, controle de estabilidade, ABS, controle da pressão dos pneus… Nenhum rival oferece pacote tão completo. O desempenho ficou na média, mas a suavidade do modelo em viagens foi destaque.

Pontos negativos
Preço das peças de reposição, seguro mais caro que o dos rivais, câmbio de apenas quatro marchas (com botão de trocas manuais mal localizado), barulho na suspensão dianteira e barulhos no tampão traseiro.

Problemas apresentados
Nenhum.

Conclusão
Tem pontos a melhorar, embora seja a melhor opção da categoria atualmente. Mas, se você gostou do Captiva, olhe atentamente a versão V6.

Resultado dos testes: 

Aceleração 0 a 100 km/h: 12,3 s
Aceleração 0 a 1000 metros: 33,9 s a 152,2 km/h

Velocidade máxima: 180 km/h (limitada)

Retomadas
40 a 80 km/h (D): 5,2 s em 90,8 m
60 a 100 km/h (D): 7,1 s em 161,8 m
80 a 120 km/h (D): 8,9 s em 249,8 m

Frenagem
100 km/h – 0: 40,9 m
80 km/h – 0: 26,4 m
60 km/h – 0: 14,8 m

Peso: 1.676 kg (aferido)
Porta-malas: 821 litros

Consumo
Cidade
: 6 km/l
Estrada: 9 km/l

A próxima Quarentena estreia na segunda-feira que vem, com um sedã de uma marca que ainda não passou pelo blog. Alguém arrisca um palpite?

Tudo o que é demais é muito

Seg, 22/06/09
por Autoesporte |

 

Fiquei com o Captiva neste que foi seu último fim de semana de Quarentena. Aliás, ele já está indo embora para a GM, e amanhã teremos o balanço desses 40 dias de impressões. Minha opinião sobre o carro não mudou em relação à breve volta que havia dado no começo da Quarentena. Só o que mudou foi a intensificação dos barulhos na parte traseira e do limpador de para-brisa.

Mas um tempinho mais longo com o Captiva me convenceu de que não é carro para rodar na cidade. Vi-me emparelhado no sinal fechado ao lado de um compacto “velho de guerra” igualzinho ao meu. Do alto do Captiva, me senti esquisito. Será que o cara do carrinho me achou exagerado por rodar sozinho no trânsito com um veículo tão grande? Perdulário por rodar com um carro que bebe tanta gasolina? Espaçoso, talvez?

Mas olhando à minha volta no trânsito, vi uma quantidade enorme de jipões. Será que todas essas pessoas vão a fazendas, chácaras ou sítios nos finais de semana? Pegam uma terrinha de quando em vez? Para mim, quem compra esses jipões para rodar só na cidade está precisando urgentemente de um analista. Tem problemas crônicos de insegurança ou complexo de inferioridade, ou gosta de jogar dinheiro fora, mesmo.

Carros desse porte são inconvenientes na cidade. São ruins de estacionar. Bebem e poluem demais. São massas gigantescas que podem se desgovernar com facilidade, pondo em risco a segurança de todos à sua volta. Por serem grandes, passam uma falsa impressão de segurança. Ou seja, é lata demais para espaço de menos nas ruas e estacionamentos. Há quem compre por achar que ajuda a se impor no caos do trânsito… O que só contribui para aumentar o caos e o clima de inimizade.

Não estou aqui para julgar o comportamento de ninguém, mas faço essa relexão: você precisa mesno de um utilitário esportivo? Ótimo, seja feliz, o Captiva é uma das melhores opões do gênero. Mas se não precisa, compre um carro menor e invista a diferença nas coisas boas da vida. Moças, vocês não estarão mais bonitas, seguras e protegidas num jipão. Rapaziada, vocês não ficarão maiores, mais valentes ou mais aventureiros que seus vizinhos que têm carros de passeio comuns.

Glauco Lucena

Captiva pra quem pode

Sex, 19/06/09
por Autoesporte |

Em clima de despedida, como já disse Daniel Messeder, o Captiva vai passando pelas últimas mãos aqui na AutoEsporte. Aproxima-se o momento de devolver o “nosso” jipão e nós acabamos dando mais atenção aos pontos positivos que aos negativos.

O Captiva é um jipão interessante. Boa arrancada, espaço confortável, acabamento sofisticado e variedade de acessórios que soam como mimos para quem compra um carro como este. Afinal de contas, não sai por menos de R$ 86 mil, chegando a mais de R$ 100 mil em versões mais esportivas com motor V6 (Ahh, Captiva! Não gostaria, mas vou ter que lembrar mais uma vez que você, por este preço, não ter sensor de estacionamento e entrada USB é uma tristeza).

Mas, imaginem só. Eu, dono de um Fox 1.0, andando de Captiva por aí. No primeiro dia que saí com o carro, fui jantar em um restaurante japonês em Higienópolis. Uma amiga que foi finalista do Aprendiz 6 - Universitário, a Karina Ribeiro, disse: “Eu vou para o Aprendiz e você que fica milionário?”. No mesmo dia, o porteiro do meu prédio, que sequer tinha uma vaga na qual coubesse o jipão (tive que ocupar duas vagas), veio perguntar de onde tinha surgido este carro. Cheguei à conclusão de que o Captiva é pra quem pode. Mas nos dias em que eu “estava podendo”, conheci um Captiva que certamente vai satisfazer o dono que puder pagar. Pensando bem, o sensor de estacionamento não me fez tanta falta assim.

Victor Ferreira

Captiva conquista fã de jipões

Qui, 18/06/09
por Autoesporte |

Sou grande apreciador desse tipo de carro e estava ansioso pela oportunidade de poder dar umas voltinhas no Captiva. (Na verdade não foi somente uma voltinha e, sim, 120 km). O design, na minha percepção, é o mais bonito da categoria. Se “subirmos” um pouco, prefiro o Santa Fe, mas este é um sonho de consumo mais caro ainda…

Voltando ao Captiva, achei bom o nível do acabamento para o porte do carro, mas é inevitável o comentário do barulho que o modelo produz, principalmente na área do porta-malas. Acho que para um veículo desse nível, isso é um ponto negativo. O também já comentado câmbio de quatro marchas tem mudanças suaves (embora sejam muitas no trajeto). A opção de trocas manuais é bem legal, mas seria melhor ainda se o botão de mudança das marchas fosse no volante, e não na própria alavanca do câmbio.

Concordo com o Daniel Messeder quanto à funcionalidade do computador de bordo. O nível de informações é bom, mas a operação dele é pouco prática, por ter os botões em local de acesso complicado — do lado esquerdo abaixo do nível da coluna de direção.

O conforto é excelente: a posição de dirigir é ótima, bem ergonômica, e o banco traseiro também é bastante espaçoso. Dá para esticar as pernas e a cabeça não chega perto do teto, tornando a viagem confortável.

O Captiva se comporta muito bem no trânsito. É macio, impõe respeito e abre facilmente o caminho perante os demais. Primeiro por causa do porte imponente e segundo porque o pessoal que ainda segura o carro para dar mais uma olhadinha no novo modelo da GM.

No geral, acho que o Captiva cumpre bem o seu papel, mas seria melhor a versão 6 cilindros. Nessa versão Ecotec é notória a “falta” de fôlego em retomadas de velocidade. Particularmente, porém, eu estaria muito feliz com um modelo igual ao avaliado. Parabéns a GM por modernizar sua linha com um jipão tão belo. Que venham as próximas novidades!

Adriano Carnielli - Analista Gráfico

Começa a despedida

Qua, 17/06/09
por Autoesporte |

 

Ontem talvez tenha sido a despedida do Captiva do Quarentena para mim. O teste se encerra no domingo e creio que algumas pessoas ainda querem voltar a andar nele para tirar suas conclusões finais. A minha não se alterou durante o teste: o que eu pensava do jipão no começo dos 40 dias é o que penso agora. Melhor que Tucson e Sportage, e que faz uma boa briga com o CR-V. Ganha do modelo da Honda em motor e equipamentos (principalmente de segurança), mas perde em câmbio (cinco contra quatro marchas) e dirigibilidade, mais próxima de um carro de passeio no CR-V.

Se eu teria um Captiva? Sim, mas faria tudo que pudesse para levar o V6. O motorzão de 261 cv e e 32,9 kgfm de torque acoplado ao ótimo câmbio de seis marchas dessa versão deixam o jipão bem esperto. O motor 2.4 Ecotec é bom, com seus 171 cv e 22,2 kgfm, mas o câmbio de quatro marchas é limitado e o consumo é pouca coisa melhor que o do V6, na prática. Conseguimos média de 6,5 km/l na cidade com o Ecotec, contra 5,9 km/l do V6. Ou seja, já que os dois são beberrões, melhor ficar com o V6, que em contrapartida anda muito. Para se ter ideia, a versão V6 AWD acelerou de 0 a 100 km/h em apenas 8,8 segundos em nossos testes, enquanto a Ecotec 4×2 gastou 12,3 segundos.

De resto, o carro é confortável, espaçoso e impõe respeito no trânsito. O acabamento, porém, deixa a desejar: foi apontado como a fonte de barulhos de um carro que é mecanicamente silencioso. A localização de alguns comandos, como os do computador de bordo, também são ruins. Mas, no frigir dos ovos, considero que o Captiva tem bem mais qualidades que defeitos. A versão Ecotec pode ser uma boa pedida para quem vai sair de um EcoSport ou de outro “aventureiro urbano”. Mas, para mim, Captiva bom mesmo é o V6.

Daniel Messeder

PS: Atenção usuários do blog, mudamos o sistema de moderação de comentários. Peço que verifiquem se conseguem comentar sem interrupções. Diante de qualquer problema, enviem para dmesseder@edglobo.com.br

Melhor que o Tucson

Ter, 16/06/09
por Autoesporte |

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Com a Quarentena perto do fim, não dá para ter a pretensão de ser original ao escrever aqui. E nem há porquê: é preciso mesmo concordar com a maioria dos motoristas anteriores e dizer que o Captiva Ecotec é um belo carro, fora uma ou outra ressalva. Como consumidor, meu perfil está mais para o modelo da última Quarentena, o Citröen C4. Talvez por isso me agrade o fato de o Captiva não ser excessivamente grande – como o Ford Explorer que ocupa a vaga vizinha à minha na garagem do prédio. O Captiva, aliás, ocupou quase que o mesmo espaço (no comprimento) que o Corolla de uma Quarentena passada.

Quem é da praia dos utilitários esportivos, no entanto, não vai se desapontar com os níveis de conforto e de segurança do Captiva. Também não há o que reclamar do desenho do carro, bastante atraente. Pro meu gosto pessoal, o visual sóbrio da versão Ecotec – com pára-choques pretos e rodas foscas – é até mais interessante e elegante do que o do V6 (roda cromada não dá, né?).

A performance do jipão, no entanto, não está entre seus pontos mais fortes. Achei as marchas (principalmente as primeiras) ligeiramente longas, e notei uma certa preguiça do Captiva ao começar a subir ladeira. Mas nada que comprometa no trânsito urbano. Ainda no capítulo “ressalvas”, realmente não custava nada a GM mexicana ter colocado sensores de estacionamento no modelo – até meu carro, que é bem mais pobrinho e fácil de manobrar, tem…

É uma pena que a GM tenha trazido ao país um produto bacana como esse (e tão mais atualizado do que os Chevrolets feitos aqui) somente após a matriz americana ter sido diagnosticada como clinicamente morta – o que pode deixar o consumidor brasileiro um tanto inseguro na hora da compra.

Ainda assim, acho que o Captiva tem muito mais apelo que seu principal concorrente, o Hyundai Tucson, que tem lá suas qualidades (leia-se: preço e seguro mais em conta), mas oferece menos espaço, menor porta-malas e muito menos presença.

Arriba, Captiva!

Luis Roberto Toledo - Editor Executivo - Revista Globo Rural


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